O centauro voou

 

Relutei, em diversas edições da Feira do Livro, em lhe pedir um autógrafo. Menos pelo tamanho das filas, que sempre se formavam a frente dele, do que pela minha incompreensão na atitude que consiste em se chegar a alguém que nem se conhece pessoalmente e pedir que assine um livro.

A questão é que em todas as oportunidades, deixava sempre pro ano seguinte. Sim, eu tinha certeza que ele estaria com livro novo no ano seguinte. Afinal, foram mais de 70. E ele era um Imortal.

 

 

[O Capitão prepara-se para partir. Um dia haverá de desenhar-se assim: de pé, na proa, a cabeça erguida, o olhar penetrante sondando a escuridão; um dia, quando houver tempo para a arte].

O exército de um homem só (Moacyr Scliar, 1937-2011)

 

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em mesmo com chuva

Há 15 em 25

 

Dia 25 vez 15 anos que o Caio morreu.

 

Atualmente, tenho todos os livros dele. E outros tantos que não são dele, mas falam sobre. Comprados, todos, depois dele morrer. Não pq ele morreu. Não. Mas por uma incompatibilidade de épocas. Enquanto ele autografava na praça central da Feira do Livro, eu passeava pela ala infantil, no Cais do Porto. Uma pena, uma perda.

 

 

[Tudo bem, descansa. Faz parte não conseguir.]

(Caio Fernando Abreu in: Triângulo das Águas)

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em mesmo com chuva

restos de verão II

 

 

 

 

 

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em mesmo com chuva

eu vejo


 

Deixe um comentário

Arquivado em mesmo com chuva

restos de verão

 

 

 

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em mesmo com chuva

achado

 

 

 

 

 

:)

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em Para uma folha em branco

Fato!

 

 

 

Amei isso!

 

 

PS: mas não sei de onde saiu.
Procurei por tudo e achei em vários lugares.
Nenhum era o original (como tantas coisas na net).
Se alguém souber, agradeço.

 

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em mesmo com chuva